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Sou BH Talks especial recebeu integrantes do instituto Mano Down

Pati Lisboa conversou com Helga Almeida, Lídia Lopes e Roberto Waisman



Créditos da imagem: Monkey Business Images/shutterstock
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Redação Sou BH
09/12/20 às 12:19
Atualizado em 14/12/20 às 21:31

O Instituto Mano Down nasceu da idealização de sonhos de um grupo de pessoas que, acreditando nas capacidades das pessoas com síndrome de Down, pensaram que poderiam agir e oferecer as pessoas com down oportunidades de serem protagonistas de suas histórias.

E na última semana, em um programa pra lá de especial, o Sou BH Talks, sob mediação de Pati Lisboa, recebeu Helga Almeida, educanda do Instituto Mano Down; Lídia Lopes, coordenadora geral do Instituto Mano Down; e Roberto Waisman, pai de mulher com síndrome de down.

Lídia Lopes começou o bate-papo contando um pouco sobre o trabalho desenvolvido no Instituto Mano Down. “A história do Mano Down começou com o amor de dois irmãos. Hoje, com 9 anos de existência, atendemos aproximadamente 200 famílias. O nosso foco são pessoas com deficiência intelectual, com síndrome de Down principalmente. Nós trabalhamos atendendo desde a família, na hora que ela recebe essa notícia, oferecendo dentro dos nossos programas ações que são direcionadas pra potencializar o desenvolvimento de cada pessoa”, conta.

Dando sequência à conversa, Helga Almeida, uma das educandas do Instituto, conta como sua vida mudou ao conhecer o Mano Down. “Eu não sou daqui, sou de Manhuaçu, e quando eu vim pra cá e conheci o instituto eu fiquei muito mexida quando vi a vida dos dois irmãos e o sonho deles. Quando cheguei a primeira vez, minha vida mudou e não sei nem como explicar. A primeira coisa que pensei foi: ‘aqui é minha casa’”, disse.

Pai de Isabela, mulher com síndrome de Down, Roberto Waisman contou um pouco sobre o papel do Instituto na vida de sua filha. “A Isabella tem 27 anos e ela tinha um sonho de trabalhar. Quando a família começou a se envolver, nós descobrimos o Mano Down, com o intuito de inclui-la num aprendizado mais técnico. E quando chegamos lá, o que destacou é que o Instituto tem algo muito especial, que é o ser gente, o amor. Por mais que eles tenham salário, ou que recebam e tenham compromissos profissionais, há algo diferente nessa equipe. Eu vejo que o Mano Down trabalhou na Isabela não só o sonho, mas a identidade dela e o despertar da capacidade”, contou.

Assista ao programa completo!


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  • Mano Down
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